segunda-feira, 30 de março de 2015

SEÇÃO DITADURA NUNCA MAIS: HOMENAGEM À SOLEDAD BARRET VIEDMA

SEÇÃO DITADURA NUNCA MAIS
UMA HOMENAGEM À SOLEDAD BARRET VIEDMA
Soledad Barret Viedma - PRESENTE!!!
Sem palavras. Quando uma Poetisa se cala é sinal que um POEMA MUDO ACABA DE SER RECITADO...
Último poema de Soledad Barrett, escrito para sua mãe, no dia de seu aniversário, 11 de Setembro de 1971, pouco antes de partir para a luta contra a ditadura militar. Mesmo grávida foi espancada e barbaramente assassinada!
Mãe, me entristece te ver assim
o olhar quebrado dos teus olhos azul céu
em silêncio implorando que eu não parta.
Mãe, não sofras se não volto
me encontrarás em cada moça do povo
deste povo, daquele, daquele outro
do mais próximo, do mais longínquo
talvez cruze os mares, as montanhas
os cárceres, os céus
mas, Mãe, eu te asseguro,
que, sim, me encontrarás!
no olhar de uma criança feliz
de um jovem que estuda
de um camponês em sua terra
de um operário em sua fábrica
do traidor na forca
do guerrilheiro em seu posto
sempre, sempre me encontrarás!
Mãe, não fiques triste,
tua filha te quer.
Madre, me apena verte así
el quebrado mirar de tus ojos azul cielo
en silencio implorando que no parta.
Madre, no te apenes si no vuelvo
me encontrarás en cada muchacha de pueblo
de este pueblo, de aquel, de aquel otro
del más acá, del más allá
talvez cruce los mares, las sierras
las cárceles, los cielos
pero, Madre, yo te aseguro,
que sí me encontrarás!
en la mirada de un niño feliz
de un joven que estudia
del campesino en su tierra
del obrero en su fábrica
del traidor en la horca
del guerrillero en su puesto
siempre, siempre me encontrarás!
Mamá, no te pongas triste,
Tu hija te quiere.
Soledad Barret Viedma, nascida no Paraguai, foi militante da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e era de uma família culta e politizada. Era neta do renomado escritor hispano-paraguaio Rafael Barrett.
Por causa do ativismo político de sua família, que a obrigava ao exílio, viveu na Argentina e no Uruguai. Aos 17 anos, foi sequestrada por um grupo de neonazistas que exigiram que ela dissesse “viva Hitler”. Diante da negativa, marcaram suas coxas com a suástica nazista.
Cansada das perseguições, Soledad decidiu ir para Cuba, onde conheceu o brasileiro José Maria Ferreira de Araújo, militante da VPR exilado na ilha.
Em 1973, a militante e mais cinco companheiros da VPR foram
assassinados nos arredores do Recife (PE), num episódio conhecido como o Massacre da Chácara São Bento. Segundo a versão oficial, os militantes foram mortos numa troca de tiros na chácara. O jornalista Elio Gaspari, em “A ditadura escancarada”, classifica o episódio como “uma das maiores e mais cruéis chacinas da ditadura”. Segundo a versão do jornalista, os militantes foram capturados em ao menos quatro pontos distintos do Recife, torturados e depois levados até a chácara. Foram encontrados 26 tiros nos corpos dos militantes, sendo 14 deles na região da cabeça, o que evidenciaria mortes por execução.
As forças da repressão, chefiadas por Sérgio Paranhos Fleury, teriam conseguido obter informações sobre a localização dos militantes graças aos serviços de Cabo Anselmo, militar que se infiltrou na VPR e mantinha um relacionamento com Soledad, que estava grávida de um filho dele.
Soledad foi encontrada nua dentro de um barril numa poça de sangue, tendo aos pés o feto de 4 meses. Um dos mais hediondos crimes cometidos nos Anos de Chumbo da Ditadura Militar, no Brasil.
Soledad recebeu quatro tiros na cabeça e apresentava marcas de algemas nos pulsos e equimoses no olho direito.
Mércia de Albuquerque Ferreira, advogada de presos políticos na época, conseguiu ter acesso aos corpos removidos para o necrotério. Sobre Soledad ela declarou, em depoimento formal:
“Ela estava com os olhos muito abertos, com expressão muito grande de terror. A boca estava entreaberta, e o que mais me impressionou foi o sangue coagulado em grande quantidade. Eu tenho a impressão de que ela foi morta, ficou algum tempo deitada e depois a trouxeram. O sangue, quando coagulou, ficou preso nas pernas, porque era uma quantidade grande. E o feto estava lá nos pés dela, não posso saber como foi parar ali ou se foi ali mesmo no necrotério que ele caiu, que ele nasceu, naquele horror.”

ESCOLHA, APRENDIZADO E CONSEQUÊNCIA...

Nas escolhas podemos tanto oportunizar quanto renunciar
Mas o aprendizado sempre será uma constante em nossas vidas
A grande certeza é que cada atitude envolve uma consequência
Tudo de bom ou de ruim que fazemos retorna...
Boa reflexão para uma final de semana.
Desejo um excelente dia e uma ótima semana...

CRÍTICAS

Não temos como adentrar nas mentes das pessoas, mas nossa intuição nos direciona para o consciente imaginário dos seres humanos que, através da sua expressão corporal, facial e gestos repetitivos, fazem-nos perceber a intenção de suas palavras críticas. Quando a intensão foge da agregação de ideias ou correção de um virtual equívoco, percebemos nos olhos a sinceridade do crítico, pois este apresenta-se solidário e deseja realmente construir. Quando a pessoa tem o hábito de desconstruir ideias para impor as suas, podemos não entender de pronto e até dar-lhe razão no momento, mas depois percebemos o nosso ledo engano. O importante é sejamos perspicazes e estejamos dispostos em ouvir mais opiniões até mesmo quando já possuímos a nossa. Ninguém precisa ser superior a ninguém, basta não se inferiorizar e sentir igual, apesar da experiência alheia ser importante para fomentarmos nossa opinião daquilo que não dominamos bem. Seja livre no pensar e no agir, pois aprendemos bem mais com os erros que com os acertos que nos cega perante outrem...

EDUCAR... Paulo Freire

Em silêncio
Educo
Ensino
Estudo
Expresso em gestos
Enquanto
Educando
Eu apenas escuto
Enquanto
Educador
Entendo e repudio
Eu lamento
Esse gesto
IgnorantE...
"EU NUNCA PODERIA PENSAR EM EDUCAÇÃO SEM AMOR"
A faixa pedindo por "Basta de Paulo Freire", levada às manifestações do último domingo, choca, fere, desilude. E gera a pergunta: por que tanto ódio em relação a Freire?
Paulo não é só educador respeitado no mundo inteiro e um dos nossos teóricos mais traduzidos, contando com um andar inteiro somente seu em uma das bibliotecas de Harvard, mas também um ser humano de lições contagiantes.
Defensor de uma educação prática, emancipadora, horizontal e dialógica, Freire é um dos bastiões da busca de um ensino que seja cidadão, democrático, crítico e que promova autonomia nos educandos; de escolas que não sejam meras fábricas de reprodução, mas criadoras de processos de transformação pessoal e coletiva.
É também inspiração para nossa atuação política, desde a luta das associações de moradores, passando pela docência, e chegando às trincheiras da luta parlamentar. Como diria Freire, acreditamos que a busca da liberdade é o eterno processo de libertar-se, não sozinho, mas em comunhão. Em diálogo aberto, pedagógico e franco com o/a outro/a.
Reforçamos a importância do pensamento desse grande educador, assim como aproveitamos a oportunidade para divulgar sua obra completa, disponibilizada pelo Centro de Referência Paulo Freire.

DITADURA NUNCA MAIS: HOMENAGEM AO DR. JUCA

DITADURA NUNCA MAIS
Em silêncio, segue a nossa homenagem, sendo que, faço minhas as palavras companheiro Vinicio Schumacher Santa Maria : "Ousar lutar! Ousar vencer! Esquecer jamais!!! "
Dr. Juca Presente! João Carlos Haas Sobrinho Presente!
"Para honrar os que lutaram e tombaram por Democracia e Justiça!!"
Hoje, tive a honra de conhecer virtualmente a sua irmã Sônia Maria Haas , sendo que de pronto agradeço-a pela liberdade proporcionada pelo Juca e tantas outras vidas doadas para que pudéssemos viver em um DEMOCRACIA...
MEU MUITO OBRIGADO!
Ousar lutar! Ousar vencer! Esquecer jamais!!!
Dr. Juca Presente! João Carlos Haas Sobrinho Presente!
Para honrar os que lutaram e tombaram por Democracia e Justiça!!
No dia 24 de junho de 1941, nasceu João Carlos Haas Sobrinho, em São Leopoldo (RS). Era um dos sete filhos de Ildefonso Haas e Ilma Haas. Cursou o primário e o ginasial no Ginásio São Luiz, em São Leopoldo, desde cedo se destacou como aluno brilhante e por isso continuou os estudos em Porto Alegre. Sua irmã, a publicitária Sônia Haas, conta que ao visitar a família o irmão era sempre atencioso, perguntava pelos estudos, e carinhoso com todos.
Em 1959 ingressou na Faculdade de Medicina da UFRGS, tendo sido Presidente do seu Diretório Acadêmico e da UEE/RS, em 1963 ingressou no PCdoB e formou-se em 1964. Com o golpe militar fascista, João Carlos foi preso e após ser posto em liberdade, viajou para a China onde fez curso militar, dizendo à família que viajava para São Paulo a fim de seguir com os estudos. Esta só teve notícias suas através de cartas até 1968.
Depois disso, João Carlos Haas passou a viver na clandestinidade na cidade de Porto Franco, então no norte de Goiás. Também passaram pelo mesmo local outros revolucionários, como Maurício Grabois, mas ali João Carlos viveu apenas como médico e não havia trabalho político entre as massas. Mesmo assim, ele colocou sua profissão a serviço do povo da região, que sofria com a opressão semifeudal e ausência dos mínimos direitos, e com a ajuda dos vizinhos montou um pequeno hospital.
Nessa região o PCdoB preparava uma deflagração da luta armada, e muitos militantes se deslocaram para o sul do Pará com o objetivo de se formar um grupo guerrilheiro*, entre eles estava João Carlos, que em 1969 saiu de Porto Franco e foi para as margens do Araguaia, onde ficou conhecido como Juca entre os camponeses. Durante a Guerrilha do Araguaia, organizou o serviço médico e era membro da Comissão Militar. Foi morto em combate na segunda campanha do Exército, em 30 de setembro de 1972.
Uma das homenagens permanentes a Joáo Carlos Haas Sobrinho é o Ponto de Cultura batizado com o nome dele na cidafe de Porto Franco, onde ele morou antes de ingressar na Guerrilha do Araguaia. O texto abaixo foi publicado no Jornal do Ponto de Cultura.
Nascido na cidade gaúcha de São Leopoldo, no Vale dos Sinos, em 24 de junho de 1941, João Carlos Haas Sobrinho formou-se na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1964, ano em que presidiu a União dos Estudantes de seu estado e também o do golpe militar.
Dedica à cirurgia, trabalhou na Santa Casa de Porto Alegre e em pronto-socorros do Rio de Janeiro e São Paulo antes de seguir para a China com um grupo de militantes do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), ao qual se ntegrara ainda no movimento estudantil.
Chegou a Porto Franco em 12 de julho de 1967. No momento em que desceu de uma perua Kombi conheceu o senhor Jano Macedo, que o apresentou a outros moradores, como o senhor Aderson Rodrigues Marinho.
Disse que era médico e iria trabalhar na região. Alugou uma casa na Rua Rio Branco, no centro da cidade, local que serviu também como seu primeiro consultório. Tinha como auxiliares a enfermeira Desirée, dona Dedé, falecida em 2005, e dona Dejacyr, que aprendeu a fazer seu prato preferido, polenta com carne de porco,e que guarda, com carinho, o pequeno guarda-roupa utilizado pelo doutor João Carlos.
Em pouco tempo, a grande procura por seus serviços,que alcançava um raio de 100 quilômetros ao redor de Porto Franco, resultou na fundação do primeiro hospital da cidade, hoje sede do Fórum.
Farmacêutico, o senhor Marinho auxiliava o médico em cirurgias mais complicadas. Registrou para amigos e família que João Carlos tinha “mãos especiais”, observação possível de ser confirmada a partir dos relatos de vários de seus antigos amigos e também de futuros companheiros da Guerrilha do Araguaia, na qual foi emboscado em 30 de setembro de 1972 por fuzileiros navais e homens da 3ª Brigada.
Aqui na região e em nossa cidade atendia aos pobres e aos ricos. Preferia auxiliar aos mais humildes, mas jamais deixou de socorrer os mais abastados. Pesquisou doenças tropicais como a malária e a leishimaniose, além da hanseníase, que até hoje acometem os mais vulneráveis cidadãos de nosso país.
À prestação pagava um autoclave comprado a seu pedido por Jano Macedo em São Paulo, para a esterilização de seus poucos instrumentos cirúrgicos. Com eles fez a primeira mastectomia realizada nesta região, como informa o doutor Jorge, responsável pelo centro-cirúrgico do atual Hospital Municipal de Porto Franco, fundado na primeira gestão do prefeito Deoclides Macedo, que conviveu em sua infância, como seu irmão Marcelo, com João Carlos.
Hélia, esposa do doutor Jorge, estudava ainda no ginásio. João foi o paraninfo de uma turma de ginasiano, única ocasião em que vestiu um terno, emprestado por seu amigo Vaner Marinho. O fato foi registrado em fotografia e no livro Meu Pé de Turumã Florido. Hoje formada em química, Hélia diz que Porto Franco foi privilegiada pela presença de João Carlos. João é também lembrado pelo pelo cidadão Waldemar Passador como o doutor que consertou a perna de um de seus filhos, na época com oito ou nove anos e que tivera a coxa da perna quebrada ao meio. Após o tratamento, “ficou tudo certinho”, conta Waldemar.
Apreciador das danças, João Carlos sempre que podia participava de eventos sociais. Uma foto o registra suado, ao lado de dona Maria, paciente da qual tirou um mioma de dez quilos. A comemoração do restabelecimento de dona Maria coincidiu com o aniversário de 27 anos do médico. A foto é guardada com carinho, como todas as outras que, felizmente, os moradores de Porto Franco preservaram e que hoje atestam a importância de sua passagem pela cidade, além de garantirem também a reconstituição da vida de quem pode ser considerado hoje o “espírito” da Guerrilha do Araguaia.
João também gostava de participar ou assistir jogos de futebol. Muitas vezes, lembra Vaner, comia poeira junto com os amigos pelas estradas de terra em pequenos caminhões para as disputas em outras cidades.
Um ano e meio após a sua chegada recebeu um telegrama. Era a hora de partir para um destino jamais imaginado pelos moradores de Porto Franco. Dona Dejacyr foi a responsável pela quebra de um pacto de silêncio feito com o doutor João Carlos, após muita insistência em saber o motivo de uma certa apreensão no olhar. João lhe dissera que teria de trabalhar em outra cidade e por isso iria embora em poucos dias. Dejacyr contou a dona Dedé, que procurou o prefeito Gerôncio de Souza Milhomem, que por sua vez procurou os padres da região e o bispo de Tocantinópolis.
No dia seguinte, ao acordar após um plantão no pequeno hospital, três mil pessoas, com as autoridades à frente, manifestaram para que ele não fosse embora. Foi a maior manifestação popular até hoje realizada na cidade.
O pedido, em vão, fez João Carlos chorar. Em outros lugares era procurado por atividades que jamais cometera. Acusado de terrorismo, o aviso era para que partisse imediatamente.
Algum tempo depois, Juca, o nome que adotou na guerrilha chegou de avião em Conceição do Araguaia. Dali, seguiu para São Geraldo, no sudeste do Pará.
Foi residir numa pequena fazenda de seu conterrâneo Paulo Rodrigues, futuro comandante do Destacamento C da guerrilha. Conviveria com o cerarense Bérgson Gurjão Farias, Jorge, estudante de química da Federal do Ceará e quer seria o primeiro guerrilheiro a se morto, no início de julho de 1972. Juca e Jorge tinham praticamente a mesma altura – 1,82m – e foram muitas vezes juntos a Xambioá, palco da principal base instalada pelos militares em 1972.
Foi um soldado de Porto Franco o primeiro a suspeitar que João Carlos, o primeiro integrante da Comissão Militar da Guerrilha a morrer em combate, poderia ser o mesmo médico cirurgião dos moradores de Porto Franco, notícia que somente seria confirmada muitos anos depois, já que até hoje seu corpo, embora enterrado no cemitério de Xambioá, ainda não foi identificado.
Ao tombar na localidade de Piçarra, hoje município, Juca teve a seu lado Ciro Flávio, mineiro-carioca, quartanista de arquitetura, surfista e artista plástico, e o paulistano Manuel José Nurchis, o Gil, operário que se tornou garimpeiro ao lado de Osvaldo Orlando Costa, o Osvaldão. Flávio e Gil eram combatentes do Destacamento B, comandado por Osvaldo.
Presa em 1972, guerrilheira Regilena Carvalho,que fora observada por Juca após ser atingida por um ouriço de castanha lembra que, em Brasília, o general Antonio Bandeira, comandante das tropas militares, mostrou-lhe o relógio, uma caderneta e um bilhete de Juca no qual ele pedia que fossem divulgadas as anotações da caderneta. Talvez ali estivessem escritas observações sobre como tratar da saúde da população da região.
Os militares jamais devolveram seus pertences. Fotografaram seu corpo, mas negam informações mais precisas à sua identificação. Regilena viu uma fotografia de Juca morto, ladeado pelos pés da população, um retrato cheio de simbologias. Ela jamais esqueceu.
Muitas histórias sobre doutor João Carlos, João, Haas ou Juca são e serão contadas. Esta póstuma homenagem que Porto Franco lhe faz é um gesto de reconhecimento por sua amizade e dedicação aos cidadãos de nosso estado e da região tocantina. Nossa população também fica gratificada pela generosidade da família Bandeira de Miranda que ofereceu seu casarão, fechado praticamente desde o período em que João aqui viveu, para sediar, em breve tempo, após a sua restauração, o Ponto de Cultura doutor João Carlos Haas Sobrinho.
Parafraseando a ex-guerrilheira Luzia Reis Ribeiro, uma de suas companheiras do Araguaia, o título de Cidadão Portofranquino in memorian a João Carlos, é também um reconhecimento por sua ousadia em defender a liberdade política e social do povo brasileiro. Quando não tinha mais como oferecer sua amizade e a sua dedicação à medicina, João Carlos Haas Sobrinho não teve dúvidas: ofereceu-nos a sua vida.
Que o Brasil siga também esse bonito e singelo gesto de Porto Franco!

sábado, 28 de março de 2015

DITADURA NUNCA MAIS...

SEÇÃO DITADURA NUNCA MAIS
EUSTÁQUIO MÁRIO RIBEIRO BRAGA: PRESENTE.
Digo SIM para a DEMOCRACIA e NÃO aos golpistas.
Democracia: sim...
Ditadura nunca mais.
Ponto Final.
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Partido dos Trabalhadores carregou um novo vídeo.
Vamos dizer SIM para a democracia? Assista ao vídeo do Jefferson Lima, da juventude do PT.

MENSAGEM À FAMÍLIA DO JOSÉ DIRCEU

Neste momento, apenas deixo registrada a minha solidariedade humana à pessoa do José Dirceu, pois a sua família necessita de força para suportar o momento doloroso que certamente será breve porque os guerreiros tombam, mas se levantam prontos para as novas batalhas...
José Dirceu: Força, pois um bom cristão jamais deseja o mal a nenhum ser vivente. Assim, entendo que a enfermidade maior quem se acomete dela é a sociedade.
A maioria dos internautas que se voltou contra José Dirceu, ao descobrirem que o ex-ministro havia tido um AVC, e está internado, deve se julgar pessoas de bem....
BR29.COM.BR